segunda-feira, 25 de abril de 2011

Sexo forte???

Desde que o mundo é mundo, que o homem é visto como o sexo forte, o protetor, o provedor, o machão, que dominava a mulher: mas isso vem mudando com o passar do tempo. Hoje, o homem divide o sustento da casa com a mulher que trabalha fora, divide as tarefas domésticas, o cuidado com os filhos. Outro comportamento que está mudando no homem é o sexual. Hoje, há muitos homens que são submissos às mulheres abrindo até mão do seu próprio prazer para satisfazer o prazer feminino, ou pelo menos dando prioridade ao prazer da mulher.
São chamados de submissos ou escravos. As mulheres, para esses homens, são vistas como superiores e por essa razão são chamadas de : Dona, Senhora, Rainha, Soberana. Eles sentem prazer em apanhar, em serem humilhados, xingados, subjulgados psicologicamente, controlados nas mínimas vontades e desejos, e até mesmo torturados, tudo isso para que a mulher se sinta realizada. Antigamente, a mulher não tinha direito a sentir prazer.
Será que isso é mais um ponto adequirido na equiparação entre homens e mulheres já que nós fomos escravas (embora ainda existam muitas de nós que preferem esse papel) do prazer masculino durante tanto tempo, ou é a confirmação da soberania feminina sobre os homens mesmo? kkk
Coisa a se pensar, não é mesmo?


Autoria: Isaleão.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Semana Santa

Espero que todos os meus amigos e seguidores tenham uma ótima Semana Santa, com muita paz, amor, harmonia, que foram alguns dos ensinamentos de Jesus Cristo.
E que nessa Páscoa, festegem com toda família com muita felicidade e união.
Beijos em todos.

Autoria: Isaleão.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Tsunami Emocional

Nossa vida é cheia de altos e baixos: uma hora está tudo tranquilo; família, trabalho, amigos e amores...mas, aí de repente, parece que entramos numa onda gigantesca, num tsunami emocional, e tudo vira de cabeça para baixo!
Você se sente pressionado por todos os lados, entra num baixo astral, um desânimo toma conta do seu ser. Cada pessoa reage de uma maneira. Algumas tentam reagir "nadando" contra a corrente, outras se entregam e deixam a corrente as levar para onde ela quiser. Os que lutam para sair dessa fase complicada procuram tentar resolver cada problema, colocar cada coisa no seu lugar, seja sozinho ou com ajuda especializada, e os que se deixam levar por esse "tsunami", são os que podem sofrer mais, pois além dos problemas acima citados, ainda podem entrar por caminhos muito perigosos, como o das drogas, do crime e da prostituição. Na minha opinião, o melhor caminho para quem entra em um "tsunami emocional" é procurar ajuda, seja de um amigo, da família ou de algum profissional e não estou falando só de psicólogo ou psiquiatra mas também de profissionais de outras áreas: terapias orientais, holísticas. O que importa é que, de uma maneira ou de outra, quem está nessa situação não pode desistir de lutar para sair dela, não pode desistir do bem maior que temos: A VIDA.
Não tenham vergonha e muito menos medo de procurarem ajuda, seja onde e como for.


Autoria: Isaleão.

sábado, 12 de março de 2011

Um pedido

Gostaria de pedir aos meus seguidores, que deixem comentários nos textos e sugestões, assim saberei a opinião de vocês e também se estou agradando...rsrs
Beijos a todos.

Autoria: Isaleão.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Onde você estava?

Esse ano completará cinco anos que você se foi, e, sinceramente, não sinto tanto a sua falta, quanto senti durante muito tempo enquanto você estava vivo. No início, eu me senti até um pouco estranha e até culpada por não sentir saudades de você, como sempre pensei que poderia sentir, mas no fundo, eu sempre soube por que me sentia assim. É como se você viesse morrendo aos poucos, ao longo dos anos, pois sempre estava distante, vivendo sua vida, viajando, sem querer lembrar que tinha dois filhos aqui, mesmo quando dizia que estava com saudades. Tivemos momentos felizes mas que diante de tantos "abandonos", tornaram-se insignificantes. Onde você, quando eu adoecia? Onde você estava quando eu sentia medo? Onde você estava quando eu estava feliz por ter conseguido "uma vitória"? Onde??? Você não parava perto de mim para perguntar: Filha, o que você tem? O que você quer? Você só parava perto de mim para me cobrar atitudes que eu não tinha condições de assumir, só parava perto de mim para falar de você e nunca para me ouvir. Foram anos e anos assim, era como se minha vida, meus desejos e sonhos não interessassem a você, e com certeza não interessavam. Por muitos e muitos anos eu não quis enxergar como era você de verdade, porque me contentava com as "migalhas" do seu carinho. Eu posso não ter sido a filha que você sonhou, a sua "linda princesinha", mas pode ter certeza que você também não foi o meu "herói", aquele que me protegeria de tudo e de todos. Graças a isso, e claro a outros fatores também, tornei-me uma pessoa insegura, imatura e até covarde frente à vida. Só eu sei o esforço que fiz e faço para me manter em pé. Quantas e quantas vezes brigamos, discutimos, com você jogando na minha cara minhas fraquezas, minhas incapacidades. É mais fácil, não é?Falar dos erros dos outros para encobrirmos os nossos. Isso mesmo, eu tive e tenho fraquezas e erros como todo mundo, mas tudo que sou, o ser humano que sou hoje, tem muito da educação, da influência e do exemplo que recebi. Se hoje tenho "medo" da vida, sou meio perdida, é graças à falta de orientação que não tive quando necessário. Hoje, pensando em muitas cobranças que você me fazia tenho vontade de gargalhar. Por que? Por que quem me cobrava, fez o que mesmo da própria vida? Viveu a vida corretamente? Trabalhando? Sustentando os filhos? Com uma vida estruturada? NÃO. Muito pelo contrário, não é? Não está sendo fácil escrever tudo isso para você, mas estou fazendo com a intenção de perdoá-lo por não me amar como eu merecia ser amada por você. Espero, sinceramente, conseguir perdoá-lo um dia. Enfim, apesar de tudo, espero que você esteja em um bom lugar e que tenha conseguido paz, já que não conseguiu tê-la em vida.
Fique em paz, Pai.


Autoria: Isaleao.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

É errado se pensar assim...

Para algumas pessoas o fato de se ter uma deficiência é o bastante para que achem que não temos outros defeitos, mas isso é um absurdo. Somos humanos como os "ditos" normais, então além das deficiências: físicas, auditivas, mentais, temos os defeitos comuns a qualquer pessoa tais como: egoísmo, ciúmes, mentira, mau caratismo, ganância, etc...Não é porque uma mulher tem uma deficiência que não é invejosa, e não é porque um homem é deficiente que ele não pode ser mau-carater. É errado se pensar assim, mas também é errado, o deficiente querer usar a deficiência para encobrir seu verdadeiro "eu". Ah! como eu poderia fazer isso se sou deficiente e estou "preso" a uma cadeira de rodas? ou como pode pensar isso dela? coitadinha, ela é deficiente. Nós deficientes temos sim nossas "diferenças" mas isso só acontece no "campo" da deficiência, no resto somos iguais a todos, com direitos e deveres. Direito de sermos respeitados e o dever de respeitarmos o próximo.


Autoria: Isaleao

Terapia...

Outro dia estava em um chat (bate papo), que é um dos meus vícios, kkk e derrepente no meio de uma conversa com um homem, ele disse que estava com a auto-estima baixa, sentindo-se sozinho, carente e perdido, e não pensem que era um jovenzinho não, era um homem maduro que já passou dos 50 anos. É isso mesmo, um homem que na teoria já deveria estar seguro de si e da sua vida mas que, na prática não estava se sentindo nem um pouco seguro de nada. Ele me pediu ajuda para se sentir melhor, eu disse o que penso ser a melhor coisa para qualquer pessoa que se sinta assim fazer e perguntei: Porque não procura fazer terapia? Ele riu e disse que nunca tinha pensado nisso e que nunca disseram que ele precisava desse tipo de coisa. Aí, eu disse: Pense com carinho na possibilidade de procurar um psicólogo. Não sei se depois disso ele "caiu" ou saiu da sala de papo, talvez achando que sou doida...kkk. Infelizmente é o que a maioria das pessoas pensam. Que quem procura esse tipo de ajuda é doido, desequilibrado. Se todos ou pelo menos grande parte das pessoas tivesse um apoio desses durante a vida ou em uma fase da vida, acho que não teríamos tantas pessoas infelizes consigo mesmas, com suas vidas e com os outros.
Hoje, faço terapia pela segunda vez, e posso dizer que das duas vezes valeram a pena. Na primeira, consegui colocar certas questões em ordem e agora estou conseguindo colocar outras no lugar. Não vou falar que é fácil você remexer em coisas que você não tem nem consciência e que quando vem à tona te dá um nó interno que só com a continuidade do processo terapêutico para que consiga "digerir" tantas "novidades" a seu respeito. Eu procurei pela segunda vez esse tipo de ajuda não só para cuidar de novo da minha auto-estima que voltou a ficar abalada por questões emocionais/sentimentais ocorridas anos atrás, mas também para tentar descobrir o porquê de eu não ter interesse pela vida prática, para saber porque não consigo me interessar, me "apaixonar verdadeiramente" por nada. Eu ainda estou nesse processo de descoberta mas o que já tem sido levantado como possível causa garanto a vocês que não está sendo fácil de "trabalhar". Teria a ver com a separação de meus pais, o fato pode ter me atingido mais do que sempre pensei. Por me sentir abandonada por meu pai, inconscientemente não vi mais porque fazer nada para agradá-lo, já que perdi " meu herói", então perdi a vontade de ser "sua princesinha" e me fechei totalmente. Mas como isso ainda são suspeitas vou deixar quieto por enquanto ok. Vou falar do que já está descoberto, certo e definido. Perdi o medo de ficar só. Isso mesmo, não sou mais criança, mas desde a infância, a idéia de ficar só durante um dia que fosse, a idéia de dormir sozinha, então, me apavoravam, mas isso passou e isso pude comprovar passando uma semana só, pois minha mãe viajou e só pediu que uma prima minha e meu irmão viessem dormir comigo por medo que eu passasse mal e não conseguisse ligar para pedir socorro. O que importa é que passei os dias sozinha sem me sentir insegura em momento algum, cuidando de todos os detalhes do andamento da casa. Agora ela voltou, voltamos para nossa rotina mas com certeza não sou mais a mesma.


Obs: Para quem não tem condição financeira pode procurar faculdades de psicologia, associações e instituições ligadas à deficientes que o atendimento é gratuito ou com valor mínimo.


Autoria: Isaleao.